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Depois de reformar o Guanandizão, Governo de MS está transformando o Morenão

Com R$ 9,4 milhões investidos pelo Governo do Estado, reforma do estádio Morenão já está em andamento.

12/06/2022 às 20h58 Atualizada em 11/07/2022 às 20h48
Por: Redação Fonte: Redação
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Governo do Estado salva mais uma vez complexo esportivo para devolver a população com condições de uso
Governo do Estado salva mais uma vez complexo esportivo para devolver a população com condições de uso

Depois de reformar o Guanandizão, espaço esportivo municipal em Campo Grande, a reforma do Estádio Universitário Pedro Pedrossian, carinhosamente conhecido pelos sul-mato-grossenses como “Morenão”, já está a todo vapor.

A empreitada visa a revitalização do espaço, adequando o maior estádio de Mato Grosso do Sul às necessidades esportivas da população. Com total de R$ 9,4 milhões investidos pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), o término da reforma está previsto para o fim do ano.

O diretor-presidente da Fundesporte, Silvio Lobo Filho, acompanhou a vistoria da obra, liderada pelo promotor Luiz Eduardo Lemos de Almeida, titular da 43ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). A visita também foi acompanhada pelo pró-reitor de Administração e de Infraestrutura da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Augusto Malheiros, e pelo pró-reitor de Extensão, Cultura e Esporte da instituição, Marcelo Fernandes.

“Queremos entregar o estádio com o gramado adequado, as arquibancadas e vestiários em condições, e toda a parte estrutural pronta para ser utilizada”, salienta o diretor-presidente da Fundesporte, Silvio Lobo Filho. “Há uma fiscalização constante, fase por fase, a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) acompanha, nós da Fundesporte também acompanhamos, por conta dos detalhes técnicos exigidos. Assim, ao final, a obra estará definitivamente regularizada”, conclui. 

O processo de revitalização foi dividido em três etapas: estrutura e banheiros, parte elétrica, e acessibilidade e pânico. “Conforme a devolutiva do doutor Luiz Eduardo Lemos, o andamento da obra está satisfatório”, declara o pró-reitor Augusto Malheiros. “Essa é uma edificação de  mais de 50 anos e, mesmo assim, nos deparamos com uma estrutura muito boa, que resistiu a todo esse tempo. Evidentemente, há um desgaste, uma saturação nos materiais, e é por isso que há a necessidade dessa revitalização e manutenção”, continua. 

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