
O que poderia ser um "upgrade" na arrecadação financeira ainda segue morno. A Prefeitura Municipal de Campo Grande segue com a campanha Refis, que pretende arrecadar débitos antigos, mas até agora conseguiu receber pouco mais de R$ 16 milhões.
O valor poderia ser ainda maior se a divulgação da "oportunidade de parcelamento" chegasse ao conhecimento, principalmente, dos empreendedores nos bairros.
Esta edição do Refis renegocia dívidas dos contribuintes que tem débitos com o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza). Com previsão de durar 40 dias, a expectativa é arrecadar R$ 20 milhões.
Até o dia 10 de julho será possível parcelas os débitos, sendo que quem ainda não tinha parcelado ou quem parcelou algo no ano passado e não conseguiu manter em dia as parcelas. O prazo está acabando e deve existe um planejamento para prorrogar o vencimento, mas sem planejamento na divulgação, tanto a população quanto os empreendedores não terão conhecimento da "oportunidade" e o município seguirá sem receber o que precisa nesta pandemia.
Os débitos de natureza imobiliária têm desconto em juros de até 100% para quem pagar à vista. Se for parcelado em até 6x vezes, o desconto será de 75%. Se for parcelado em 12x, o desconto será de 30%.
Os débitos na área econômica, que são de empresas e prestadores de serviço, contam com 100% de desconto nos juros.
Posicionamento da Câmara Municipal de Campo Grande diz que o objetivo do Refis é reduzir os impactos causados na economia pela pandemia e oferecer a oportunidade para os contribuintes inadimplentes. Câmara e Prefeitura alinham Refis de apenas 40 dias, mas pouca gente sabe
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