Assim como vários municípios brasileiros, Campo Grande está na luta contra a Covid-19 e também outras adversidades na saúde. Além da maior pandemia do século, outras doenças assombraram os negócios, como a gripe, dengue, zikavírus e a temida chikungunya.
Em meio a correria que passa a alta gestão da Prefeitura de Campo Grande para viabilizar o atual prefeito, Marquinhos Trad, como o principal nome candidato ao governo do Estado, algumas pastas são estratégicas e tem contribuído para o excelente desempenho da gestão pública municipal, como é o caso da Secretaria de Gestão (SEGES), liderada pelo administrador Agenor Mattiello. O DiárioCG vai organizar uma entrevista com o gestor.
Cabe a esta secretaria a avaliação de cada passo dado pelo município e o equilíbrio gestão como um todo, contribuindo diretamente na na Secretaria de Finanças, gerida por outro secretário, se deve muito a gestão da SEGES na "dobradinha de expediente". Mattiello é um secretário experiente com histórico de gestão em outras regiões do país, além de ser professor de carreira e um eterno estudante, visto que é aluno de doutorado.

Muitos municípios brasileiros e até mesmo instituições filantrópicas, de saúde e outras entidades atrasaram salários nesta pandemia. Essa realidade foi superada na Capital do Estado.
O DiárioCG conversou com alguns empresários que passaram pelo pior momento dos negócios em meio a pandemia, que foi o fechamento da empresa nos períodos críticos e ainda queda na receita. Muitos queriam desanimar, mas como são empreendedores natos, não fecharam definitivamente e reabriram com força total contando com o pagamento do funcionalismo, no mínimo.
"Temos que ter em mente que o pagamento da folha salarial em dia por parte da Prefeitura de Campo Grande, apesar de ser uma obrigação, ajudou no fomento da economia. Esse dinheiro salva o comércio e serviços voltando aos negócios e fazendo a economia girar", explicou um microempresário do ramo da comunicação que presta serviços no comércio em geral.
Outro destacou que o município melhorou muito seu poder de pagamento de fornecedores e isso amplia a credibilidade da gestão pública. "A Prefeitura de Campo Grande vem reduzindo o tempo de atraso nos pagamentos dos fornecedores em diversas pastas, como o IMPCG, por exemplo, e percebemos que, mesmo com a pandemia ainda estourando no Brasil, o município está em pé e entendendo que nós, fornecedores, também precisamos receber para pagar os nossos fornecedores e funcionários", explicou outro empresário mas do ramo da saúde.

No centro de Campo Grande, não precisa ir muito longe para entender que as pessoas sabem o reflexo do pagamento em dia, não somente do município, mas também do Estado. A flexibilização de impostos, como parcelamento e adiamento do vencimento de certidões ajudaram no período mais crítico da pandemia. Mas agora a hora é da retomada.
Desde que o secretário Mattiello assumiu a SEGES, a Prefeitura de Campo Grande teve a maior convocação de administradores de sua história. São gestores profissionais que estão atuando diretamente na gestão pública. As negociações salariais e abertura de novos concursos também passam por estudos dentro da Secretaria de Gestão, dois dos mais difíceis assuntos a serem tratados e definidos neste momento de pandemia e fragilidade nas contas públicas em todas as prefeituras do país.
A Secretaria Municipal de Gestão de Campo Grande é um fator essencial na eficiência da gestão pública da maior cidade do Estado.
O DiárioCG teve acesso a um evento que está sendo organizado para os próximos meses, reunindo dezenas de secretários municipais de administração, com o objetivo de compartilhar experiências, adquirir conhecimento e traçar estratégias para levar o desenvolvimento a gestão pública.
Enquanto muitos gestores públicos parecem mirar seu trabalho já pensando nas eleições de outubro, o que não está totalmente errado ou há indícios de irregularidades, há quem mantém seu compromisso e dedicação para tocar a máquina pública priorizando o bom trabalho que a população tanto espera todos os dias, afinal, os impostos arrecadados não são poucos.

Muitos municípios grandes, como Rio de Janeiro, atrasaram salários e outros sequer entraram na pandemia com o décimo terceiro em dia. Outros sequer conseguiram colocar as contas em ordem. Em meio a tantos desafios, no último fim de semana, uma secretaria municipal anunciou a abertura de projeto e intenção de licitar R$ 91 milhões para fomentar os negócios digitais na Capital, com elaboração de amplo espaço para empresas startups.
É uma espécie de esperança para quem deseja ver a máquina pública funcionar como uma empresa, ou seja, prosperando e entregando o melhor a população "dona disso tudo".
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